Dito & Feito

Alguns dos registros do que tem feito Crikka Amorim

Capa Álbum: Corações Plugados

Corações Plugados [Release]

Crikka Amorim lança “Corações Plugados”
_ Fernando Pereira brinda faixa-título com violino onírico
_ Lucina faz participação especial em música de sua autoria
_ Luanda Cozetti e Norton Daiello – o Couple Coffee – também participam

Crikka Amorim aporta em 2016 com novo projeto, “Corações Plugados”.
Trabalho sucessor do CD “Pirataria – Crikka Amorim canta Rita Lee” (2007), que rendeu excelentes críticas Brasil e mundo afora, o EP traz 06 faixas entre regravações e autorais que deixam à mostra toda a influência da vida desta carioca radicada em São Paulo.
Com Luanda Cometi divide a voz em “Ou Bola ou Búlica” lado B de João Bosco / Aldir Blanc. O baixo de Norton Daiello passa por dentro, pluga a guitarra de Crikka e deságua num samba audaciosamente quebrado. O Couple Coffee visitou o Brasil em janeiro/2016 depois de 10 anos fazendo sucesso na Europa e matou saudades de trabalhar entre amigos antigos nesta tarde de gravação.
A irreverente “Mão na Cumbuca”, tem participação de Lucina – autora da música em parceria com Angela Brandão. A música ganhou cavaquinho com pedal, guitarra e trombone distorcidos em efeitos combinados com violões de 7 e 6 cordas e outros elementos do samba em sonoridade ímpar. O EP traz ainda “Intimidade” de Zélia Duncan, pisando forte no terreno roqueiro, “Contato Imediato”, de Arnaldo Antunes/M.Monte/C.Brown com arranjo de bandolins chorados e a autoral inédita que dá nome ao trabalho “Corações Plugados", parceria de Crikka e Elisa Queirós, que pluga os corações em oração por alguns minutos com o violino de Fernando Pereira
passeando no ar. “Barato Total”, de Gilberto Gil fica encarregado do tom maior no final.
Ao longo de 30 anos de carreira, a cantora, compositora, guitarrista, arranjadora, produtora musical, diretora vocal, é “multiprofissional” e “multi-instrumentista”. Crikka Amorim acumula diferentes experiências nos mais variados afluentes da música brasileira e mundial (depois de trabalhar por muitos anos na Europa). Conhecida pela veia roqueira, pelo gosto nas distorções rasgadas, a artista exercita em “Corações Plugados” o trânsito em rios românticos, pops e sambistas.

EP “Corações Plugados” (lançamento maio/2016)
Crikka Amorim
Independente
Site: www.crikkaamorim.com.br
Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/piratariatv Fan Page: https://www.facebook.com/crikkaamorimoficial
+55 21 9 9661 8078 / 3437 8680

Bianca Spinelli
Laiá Comunicações | www.laiacomunicacoes.com.br | bianca@laiacomunicacoes.com.br

[Release Download] | [Capa e Contracapa]


Capa Álbum: Pirataria

Pirataria [Release]

A cantora Crikka Amorim presta sua homenagem a Rita Lee. Crikka sempre foi fã da roqueira paulista. Na década de 80 ouviu sua primeira demo ser apresentada por Rita no programa Rádio Amador, que comandava na Rádio Cidade carioca. Dado esse impulso, várias músicas de Rita sempre fizeram parte dos shows de Crikka.

No CD Pirataria - Rita Lee por Crikka Amorim, ela junta esse repertório a músicas conhecidas e apresenta alguns diamantes que só os fãs mais dedicados vão reconhecer.

Com uma obra de mais de 400 músicas, o grande desafio foi chegar a um repertório enxuto e amplo. Plural como as mil faces de Rita Lee, Crikka leva rocks festivos como Chega Mais e Papai me Empresta o Carro. Também vai de pauleiras como Pirataria, Esse Tal de Roque Enrow, Mamãe Natureza e O Futuro me Absolve até baladas como Desculpe o Auê, Modinha e Menino Bonito.

O CD foi levantado a partir de pesquisa e papos musicais com o jornalista Beto Feitosa e, com a produção do guitarrista André Agra, é mais um lançamento do selo Saladesom Records.


Capa Álbum: No Ponto

No Ponto [Release]

“No Ponto”, lançado em 2004, traz em canções autorais e regravações arranjos que estão a serviço da voz de Crikka Amorim.

“Eu e meu violão”, de Leco Alves que homenageia o violão, companheiro de criação e de palco "eu e o meu violão buscando abrigo na canção”. Também como cartão visitas, Crikka anuncia: "Eu cantando no banheiro/ Eu entrando em seu ouvido/ Sobre o tapete mágico da música/ Eu com asas, eu na lua, eu na sua / Eu e meu violão criando a trilha da paixão".

Ela decola pegando uma canção do nervoso segundo disco do Barão Vermelho, "Vem comigo", com arranjo acústico rock de Cazuza, Guto e Dé.

Fonte de inspiração, "Lua" usa recursos eletrônicos em um amor safado, esquivo e amuado. Sergio Chiavazzoli participa com violão e bandolim.
O sambossa "Como num mar" junta Arthur Maia, Mart'nalia e Zélia Duncan, que divide os vocais com Crikka.

Duas baladas autorais fazem um intermezzo romântico: "Vem pra mim" traz a bela flauta de Carlos Malta, ilustrando o tema universal da busca da cara metade. "Saudade" canta dores com participação do acordeon pungente de Kiko Horta.
A seguir, o momento de "Vítima Perfeita", com o soulman Zé Ricardo em levada funk colorida pelo trompete e flugelhorn de Bruno Santos e os slaps de Arthur Maia. Crikka e Zé esbanjam balanço nos vocais.

Crikka se alia ao time de cantoras que coloca o eterno Itamar Assumpção num pedestal gravando sua "Sutil", com direito a um sampler do próprio Itamar e seu personagem mais marcante, Nego Dito Beleléu.
"Amanhece", tem belo solo de baixo fretless de Arthur Maia.
"Passos" chega com uma levada cheia balanço uma mulher que sai disposta a acontecer, mas acaba se recolhendo como saiu. "Só falar" fecha os trabalhos numa levada colorida por um violão slide.

"No ponto” é companheiro daqueles que a gente escolhe para pensar na vida.